Filme - A Maldição da Múmia (1944)



Diretor: Leslie Goodwins
Roteiro: Leon Abrams
Produção: Ben Pivar
Elenco: Lon Chaney Jr. (Kharis, a Múmia); Peter Coe (Dr. Ilzor Zandaab); Virginia Christine (Princesa Ananka); Kay Harding (Betty Walsh); Dennis Moore (Dr. James Halsey); Martin Kosleck (Ragheb) e Kurt Katch (Cajun Joe)
Ano: 1944
Duração: 60min
Gênero: Terror/Clássico

Sinopse:
The Mummy's Curse

Sequência de "A Múmia" (1932); "A Mão da Múmia" (1940); "A Tumba da Múmia" (1942) e "O Fantasma da Múmia" (1943).
Após 25 anos dos últimos acontecimentos, a múmia Kharis e a princesa Ananka permanecem submergidos no pântano do vilarejo de Mapleton. Um novo sacerdote surge destinado a levar ambas múmias de volta ao Egito, mas a múmia da princesa Ananka tomou sua forma mortal e anda pelo vilarejo com amnésia, sem saber quem é, e de onde veio... sem se lembrar que estava há 25 anos no pântano da cidade. Agora, Kharis tem que trazê-la até o monastério abandonado onde está o sacerdote para lhe dar a poção das folhas de tana e transformar a princesa, novamente, em uma múmia e levar ambas, finalmente de volta para o Egito.

O QUE ACHEI:

Uau, um dos primeiros filmes de terror da minha vida! Bons tempos, em que eu me sentava diante da tevê com meus primos e ficava esperando, morrendo de sono, pelo horário nobre da tevê! E pelos filmes de terror (isso quando meus pais deixavam, claro!). E naquela boa e tranquila época da minha infância, os filmes antiguinhos da velha tevê que vivia dando problema, eram o supra sumo da alegria!

Eu lembro muito bem de Boris Karloff, Debra Heart, Bela Lugosi, Rita Hayeworth e outros tantos mitos do cinema norte-americano alegrando as nossas noites...

Esse filme não era de meter medo, nem naquela época! Embora com um roteiro convincente (daria um ótimo livro), os parcos recursos de efeitos especiais tornavam a trama apática e singela demais. Para mim que, com meus nove anos, achava tudo legal, foi o máximo.

Lembro que me embebia nas cenas românticas, do pobre príncipe Kharis e da sua infeliz princesa Ananka, separados pela maldição! Claro que, alguns gritinhos de susto havia entre nós, os ansiosos espectadores mirins... E eu, observando a linda egípcia "revivida", andando aos tropeços e chamando: "Kharis! Kharis!", fantasiava mil aventuras de magia e de suspense.

Acho que foi por essa época que comecei a me apaixonar pelo sobrenatural e pela fantasia, e a criar enredos de romances que, mais tarde, passava para o papel. :D

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