Emily Bronte- O Morro dos Ventos Uivantes, eternamente


O Morro dos Ventos Uivantes, o Paraíso dos Amantes Eternos...

 LI Wuthering Heights quando tinha 12 anos - a primeira vez. Chorei, apesar de ser uma edição adaptada para o público infanto-juvenil.

Aos 15 anos li novamente, desta vez, uma edição integral e novamente, me desmanchei em lágrimas.
Não se trata de pieguice, exagero, sentimentalismo de adolescente. Quando vi a versão do filme, com Juliette Binoche, também chorei - sem que ninguém visse, claro... ou iam me chamar de bobinha. Porque aqui em casa só tenho dois homens "insensíveis" (marido e filho), ou melhor, que não curtem ou não se interessam por romances.

 Ralph Fiennes e Juliette Binoche na melhor versão cinematográfica feita, na minha opinião - 1992

Mas qual a mulher, que lê muito (e não só romances), que tenha lido o livro e/ou assistido os filmes, que não tenha ficado de olhos marejados, ao ler ou conhecer a história maravilhosa de Catherine e Heathcliff? Quem não teria se sentido transportado, ainda que só por alguns minutos, às imortais e inesquecíveis colinas de Thruscross Grange ou Wuthering Heights? E sentido - ou imaginado - sentir no rosto as rajadas dos ventos gelados dos Morros Uivantes, e com elas, sentido um pouco da dor de Catherine ao perder seu amor...? Ou da dor de Heathcliff, ao contemplar o cadáver da mulher e único ser humano que ele amou, em toda sua vida?
Filme, Versão de 1992


Não dá para ficar indiferente. Wuthering Heights marcou minha vida, como a mais linda história de amor de todos os tempos... tanto na literatura, como no cinema. Eu lamentei com Catherine... lamentei por Catherine, e por todas as Catherines do mundo: Por seu orgulho mesquinho, por sua leviandade e por ter perdido a chance de se feliz. Também lamentei por Heathcliff, por sua teimosia, sua crueldade para com os outros, por sua doentia fixação em Catherine. Mas sobretudo, me emocionei com ambos...

A versão em minissérie


E como todas as mulheres, também desejei ter sentido um pouquinho só daquela imensa chama de paixão e amor inextinguível, que abrasou os corações de ambos... e acabou por destruí-los.








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1 comentários:

Aris disse...

Vi tantas vezes o filme com o Ralph Fiennes que perdi as contas e chorei em todas elas ^^
Bj, Aris.