William Peter Blatty - O Exorcista

Sinopse, tirada da Wikipédia:

Um idoso jesuíta chamado Padre Merrin lidera um escavação arqueológica no norte do Iraque a fim de estudar antigas relíquias. Em seguida à descoberta de uma estatueta do demônio Pazuzu, um semideus da cultura suméria real, e uma moderna medalha de São José se justapõem curiosamente, promovendo uma série de presságios que alertam o religioso de que em breve terá um confronto com um mal poderoso que ele, até então desconhecido pelo leitor, ele havia enfrentado antes, num exorcismo feito na África.

No mesmo momento em que esses fatos se dão no Oriente Médio, em Georgetown uma menina chamada Regan MacNeil, que mora com a mãe, uma famosa atriz chamada Chris, fica inexplicavelmente doente. Depois de uma série gradual de distúrbios de poltergeist, a garota apresenta perturbadoras alterações físicas e psíquicas, aparentando estar possuída por um espírito demoníaco.

Após fracassados tratamentos médicos e psiquiátricos, a mãe de Regan volta-se para um jesuíta local, padre Damien Karrasm, que também é psiquiatra, que naquele momento atravessava um conflito íntimo de falta de fé, provocada pela perda recente da mãe. Num primeiro momento o padre analisa a doente de acordo com a ciência, resistindo á ideia de que se tratava duma real possessão. Após alguns encontros com a menina, já estando ela totalmente dominada pela personalidade diabólica, ele solicita ao bispo local permissão para realizar a cerimônia de exorcismo.

O bispo realiza então uma consulta ao abade jesuíta de Georgetown, após a qual nomeia o experiente Merrin, recentemente chegado aos Estados Unidos, para realizar o ato religioso e permite que o descrente Karras possa ajudá-lo. Tem início então uma série de confrontos entre o demônio e os sacerdotes, que implicam em grande desgaste físico e espiritual. O padre Merrin acaba morrendo, o que leva Karras a, numa restauração da própria fé, dar a própria vida para salvar Regan.

O QUE ACHEI
Não é lá aquelas coisas, mas o terror é forte, assusta, está e no fato de a principal vítima ser uma criança. Detesto quando usam crianças como protagonistas-vítimas, acho que não pega bem... 

Não gostei do livro, embora ao começar, tenha sentido desejo de ir até o final, para ver como o autor se sairia para tirar a menina daquela situação repugnante. Essa é a palavra: Repugnante e obsessiva. Uma narrativa coerente, mas um enredo que nos repugna e nos deixa com mal-estar. Quem tiver facilidade para ter pesadelos e idéias obsessivas, desista do livro. Novamente, deve agradar aos fãs do gênero terror puro.
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