Dan Brown - Anjos e Demônios


SINOPSE: A antiga sociedade Illuminati ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião. Em Anjos e Demônios, Dan Brown demonstra novamente sua extraordinária habilidade de entremear suspense com fascinantes informações sobre ciência, religião e história da arte, despertando a curiosidade dos leitores para os significados ocultos deixados em monumentos e documentos históricos. 

Meus pareceres:
Um livro que tira o fôlego do leitor, literalmente! Não dá para não continuar lendo, e o mais interessante de tudo, é que Dan Brown faz com que toda aquela estonteante aventura se passe em apenas 24 horas! 
Quando comecei a ler, me interessei muito, por causa da menção às sociedades secretas dos Illuminati, e como gosto desses enredos cheios de mistério e conspirações... já viu. Caí na armadilha. Comecei e não pude mais parar, porque era uma correria louca atrás de símbolos secretos, segredos, bibliotecas  secretas, túneis, criptas, passagens, tudo super "secreto", mas que vai se revelando, muito devagar. Mas tudo começa, claro, com um crime: Um crime hediondo, tenebroso, uma entidade científica, uma mocinha (filha da vítima) charmosa e mais um segredo científico. Uma espécie de revelação, que pode ser tanto um sonho realizado, quanto um pesadelo, se mal empregado... E depois, vem o hiper-mega-terrível vilão. Um árabe medonho, frio, cruel, sádico. Enfim, quando se mergulha de cabeça nessa história, você se perde dentro dela... junto com Langdon, o professor de História da Arte charmoso, inteligente, um pouco ingênuo. Mas o mocinho perfeito, aquele que enfrenta o próprio demônio em forma de gente, e se sai bem. Graças a Deus, porque ele passa por maus bocados, quando vai se aproximando do assassino.

O final não poderia deixar de ser glorioso e fantástico... e totalmente inseperado. Eu me tomei de amores pelo sensível camerlengo (camarista, secretário) do falecido Papa, Carlo, e torcia para que tudo desse certo para ele no final. Bem, o final é digno de um filme épico, e Carlo um personagem digno disso. Outros personagens também me inspiraram simpatia, como alguns dos cardeais - Baggio e Mortati, que se revelaram bondosos, piedosos e de coração puro.

Quem leu O Código da Vinci não pode deixar esse, que é ainda melhor. Excelente!
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